26/11/2014


Se há alguém que deve estar rindo à toa com os números, digamos, espetaculares das finanças da campanha que garantiu a reeleição a Dilma Rousseff, é o marqueteiro João Santana. Dos 350 milhões de reais em gastos declarados pela presidente em 2014, um recorde para qualquer pleito no país, 70 milhões de reais foram diretamente para a conta da empresa do marqueteiro, a Pólis Propaganda. Outros 8 milhões de reais foram repassados à empresa por meio do diretório nacional do partido. Não se sabe o quanto disso é, de fato, lucro próprio, mas significa nada menos que 20% dos gastos totais da campanha da presidente. Em 2010, o marqueteiro havia abocanhado "apenas" 42 milhões de reais. Mas o bolo despendido por Dilma também era menor: 194 milhões de reais. No fim das contas, exceto pelos 8 milhões de reais pagos pelo PT, a proporção da fatia de Santana na conta de Dilma se manteve igual entre um pleito e outro. Mas o trabalho certamente foi maior. Na eleição mais suja das últimas décadas, o marqueteiro não economizou na artilharia. E venceu a guerra. Resta saber se a presidente achou a fatura 'salgada' demais. (Ana Clara Costa, de São Paulo)






26/11/2014


Em meio às discussões sobre a formação da nova equipe ministerial para o segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, a base aliada à petista e parlamentares de oposição impuseram nesta quarta-feira ao governo uma derrota na sessão conjunta do Congresso Nacional, adiando para a próxima semana a votação do projeto que altera o cálculo da meta de superávit fiscal de 2014, que é a economia que deve ser feita pela União para o pagamento dos juros da dívida. A mudança proposta pelo governo no início do mês permite que sejam abatidos da meta todos os gastos com o Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) e as desonerações de impostos concedidas à indústria. Tal manobra, feita por meio da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), dá ao governo a chance de acumular um primário muito pequeno, ou até mesmo déficit, sem que tais números fiquem evidentes nas contas do Tesouro.

O Planalto aguardava a aprovação da mudança na LDO para anunciar nesta quinta-feira a nova equipe econômica – e, até o momento, não há informações sobre o cancelamento deste anúncio. Mas a falta de quórum no Plenário do Congresso inviabilizou a votação da proposta. Uma nova sessão foi convocada apenas para a terça-feira da semana que vem.

Nos bastidores, os próprios aliados da presidente reconhecem que os gargalos na negociação sobre a formação da nova equipe ministerial têm sido usados para dar um recado ao governo e evidenciar que, sem negociação sobre cargos e sobre o papel de cada partido aliado a partir de 2015, poderá haver dificuldades na aprovação do texto da manobra fiscal. Nesta quarta-feira, em uma demonstração de força contra o governo, o maior partido aliado de Dilma, o PMDB, colocou apenas 29 dos 71 deputados de sua bancada em Plenário. O líder da sigla e provável candidato à presidência da Câmara, Eduardo Cunha, também não compareceu. Curiosamente, na semana passada, Cunha havia explicitado sua posição favorável ao projeto do governo. Assim que o projeto foi apresentado, pouco antes da viagem da presidente Dilma ao encontro do G-20, na Austrália, o vice-presidente Michel Temer havia reunido líderes da base para garantir o apoio à nova LDO. De lá pra cá, ao que parece, tudo mudou.

“O adiamento não foi uma cochilada da base. Podemos dizer que há um cochilo planejado. Não posso imaginar que o que aconteceu foi fruto só do peso da oposição, até porque a gente não tem maioria em uma situação como essa”, disse o líder do Democratas, deputado Mendonça Filho (DEM-PE). “Não tenho dúvidas de que toda essa insatisfação está relacionada à composição do novo governo. Demonstra que os parlamentares aliados querem ser ouvidos", completou.

Ânimos exaltados — Desde o início, foi tumultuada a sessão conjunta do Congresso Nacional convocada para votar o projeto de flexibilização do superávit, com o presidente do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL), novamente disposto a 'tratorar' o regimento da Casa e aprovar a toque de caixa o projeto. Com o auxílio do senador peemedebista Romero Jucá (PMDB-RR), a sessão foi aberta com o quórum do dia anterior, quando foram votados os vetos presidenciais. A artimanha provocou bate-boca e gritaria em Plenário. Calheiros cortou o microfone do líder do DEM, deputado Mendonça Filho, enquanto ele protestava contra a matéria. Ainda assim, o parlamentar elevou a voz e continuou o discurso, questionando a atitude do presidente do Congresso. Nervoso e com o dedo em riste, Renan apenas respondeu: “Cale-se”. Neste momento, Mendonça Filho deixou a tribuna e subiu à Mesa Diretora onde o comandante da Casa estava. A gritaria continuou.

Outros parlamentares de oposição também se manifestaram contra Calheiros: “Ditador. Prepotente. O senhor apoia essa farsa”, gritou Rubens Bueno (PR), líder do PPS. “Ninguém me cala nesta Casa. O Renan faz o que quer, aprova o que quer, no tempo que quer. Agora existe um novo regimento, que é o regimento de Renan, que decide com a sua conveniência o que deve ser feito”, disse Mendonça Filho. Com os ânimos mais acalmados, Calheiros pediu desculpas ao deputado e fez um "apelo pelo bom senso e equilíbrio". A essa altura, o quórum continuava aquém do previsto: apenas 222 deputados e 32 senadores presentes. Para votar, seriam necessários no mínimo 257 deputados e 41 senadores.

Apelo — Antes da sessão plenária, Renan Calheiros havia admitido que o resultado das contas públicas refletia um “momento difícil” do governo e dizia que o projeto que permite flexibilizar a meta de superávit, ainda que não seja necessariamente o ideal, deveria ser aprovado porque “é a solução que está posta”. “Nós vamos flexibilizar porque é uma solução que está posta. E dessa forma vai preponderar o interesse nacional. O Congresso, que nunca faltou com o Brasil, não vai dar as costas para o Brasil nesse momento difícil”, disse ele, afirmando não haver qualquer “constrangimento” do Congresso em dar aval à manobra. Após a confirmação do adiamento, o senador minimizou o desgaste da sessão e se recusou a comentar a dificuldade do governo de aprovar o projeto. “Era evidente a falta de quórum e sem isso a maioria não tem como se manifestar. Não sou nem líder do governo nem representante da oposição. Cabe a mim colocar em prática o regimento”, disse.


Projeto — Ao final da sessão, parlamentares oposicionistas voltaram a criticar a proposta de manobra fiscal. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) com as metas de execução orçamentária para 2014 estabelecia originalmente patamar de superávit primário de 116,07 bilhões de reais e permitia abatimento máximo de 67 bilhões de reais para obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e desonerações tributárias. Com o novo projeto, não haveria mais teto para abatimento, abrindo espaço para que a União não economizasse um centavo sequer para pagar juros da dívida.

“Esse projeto que a presidente Dilma apresentou para poder gastar à vontade e sem nenhuma limitação legal terá consequências muito graves para o brasileiro, para aquele que vai precisar fazer um financiamento e vai pagar juros mais caros, para o empresário que precisa de capital de giro e vai pagar juros mais caros, para as próprias contas do governo, que precisa captar recursos para rolar sua dívida”, disse o líder do PSDB no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP). “Isso vai agravar a situação de recessão e de paralisia do governo para livrar a presidente Dilma de um eventual problema que ela terá na justiça por ter desrespeitado o orçamento”, afirmou.

Justiça – Em mais um front de embate contra o projeto, líderes da oposição na Câmara dos Deputados recorreram nesta quarta-feira no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a suspensão da tramitação do projeto que modifica a LDO. Recurso semelhante havia sido protocolado nesta terça-feira pelo PSDB.

No novo recurso, os oposicionistas alegam, entre outros pontos, que a presidente Dilma Rousseff deve enviar novo relatório à Comissão Mista de Orçamento caso pretenda alterar as metas de economia para pagar juros da dívida.





É o segundo policial morto em dois dias.



Um dia depois da morte do soldado Ryan Procópio, outro policial militar foi assassinado, na noite de terça-feira (25), na Zona Norte do Rio. Dois PMs foram baleados próximo à Avenida Brasil, em Guadalupe, no Subúrbio, e um deles morreu ao ser atingido por um tiro na cabeça. As informações são do Bom Dia Rio.

Os policiais foram baleados dentro do carro e os tiros atravessaram a lataria e o parabrisa. De acordo com a Polícia Militar, os soldados Anderson de Senna Freire e Bruno de Morais faziam patrulhamento de rotina em uma esquina da Avenida Brasil quando criminosos passaram em um carro e atiraram.

A polícia informou que um tiro atingiu o soldado Senna na cabeça e outro o ombro esquerdo do soldado Morais. Os PMs foram socorridos e levados para o Hospital Albert Schweitzer, em Realengo.
Os médicos confirmaram durante a madrugada a morte de Anderson. Depois do ataque, os criminosos fugiram, segundo a PM, para a Favela do Muquiço. Ninguém foi preso.





Segundo suspeito de ter participado do crime é procurado. 
Detido foi levado para a Delegacia Patrimonial; arma usada foi apreendida.


Um suspeito de envolvimento no crime que matou o policial militar Daniel Santos Viana, de 20 anos, na noite desta segunda-feira (24), foi preso na noite desta terça-feira (25). Segundo a polícia, em depoimento, o suspeito Deiverson Charles Nascimento dos Santos confessou que atirou no soldado. Um segundo homem que também teria participado do crime ainda está sendo procurado. O suspeito foi levado para a Delegacia Patrimonial de Vitória.

O soldado foi baleado em uma tentativa de assalto após sair do trabalho, quando estava à paisana, em um ponto de ônibus em Carapina. O policial foi encaminhado para o Hospital Dr. Jaime Santos Neves, no município, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. A dupla acabou fugindo sem levar os pertences do soldado: a carteira com documentos e pouco mais de R$ 16 em dinheiro, o celular e a arma do policial, uma pistola ponto 40. Dois homens chegaram a ser detidos na mesma noite, mas foram soltos por falta de provas.
O jovem estava lotado havia apenas uma semana no 6º Batalhão da PM na Serra, e exercia a função de soldado há menos de um ano. O militar havia encerrado o dia de trabalho e aguardava o coletivo para seguir para casa, em Vitória.

Testemunha

Um taxista que ouviu os disparos prestou depoimento e reconheceu o suspeito. “Ouvi os disparos, aí eu me escondi, longo em seguida o rapaz veio correndo e passou onde eu estava. Aí ajudamos a socorrer o soldado e chamamos a viatura. Eu reconheci, é esse aí que está preso mesmo”, afirmou.
De acordo com a polícia, Deiverson Charles foi detido nesta terça-feira no terreno de uma empresa, no bairro Carapina Grande, na Serra. Antes, ele estava na casa de um vizinho, no mesmo bairro, mas percebeu a aproximação da polícia e fugiu, se escondendo no terreno. A arma do crime foi encontrada na casa da mãe dele, que também foi levada para a Delegacia Patrimonial para prestar depoimento.

Policiais que participaram da operação para prendê-lo contaram que ele confessou ter atirado no soldado, mas acusou a participação de outro homem, que chegou a ser preso na noite desta segunda, mas foi solto na manhã desta terça por falta de provas. Para procurá-lo novamente, a polícia montou uma grande operação em Carapina, na Serra.


Daniel Santos, de 20 anos, foi baleado ao sair do

trabalho e morre em hospital (Foto: Divulgação/ PM)


Crime

O soldado Daniel Santos Viana havia se formado há poucos meses e morava em Vitória, mas trabalhava na Serra. No momento que foi abordado, estava aguardando um ônibus para ir para casa.
Em entrevista ao Bom Dia ES, na manhã desta terça-feira (25), o secretário de Defesa Social da Serra, Coronel Nylton Rodrigues, lamentou a morte precoce do militar. O jovem de 20 anos seguia a carreira do pai, militar que atuou  por 30 anos na polícia.
"Como dizia o filosofo Cesare Beccaria: o que inibe o crime não é o tamanho da pena, mas sim a certeza da punição. Hoje em nosso estado, em nosso país, não existe a certeza da punição e isso gera um sentimento de impunidade que vem gerando tanta desgraça nas famílias brasileiras", concluiu Rodrigues.

Velório

O corpo do soldado Daniel foi velado, nesta terça-feira (25), no ginásio do Quartel do Comando Geral da Polícia Militar, em Maruípe, Vitória. Durante toda a tarde, o movimento de militares para se despedir do colega de farda foi intenso. O militar será sepultado por volta das 9h30 desta terça-feira, no cemitério Parque da Paz, em Ponta Fruta, Vila Velha. O corpo deve sair em cortejo do Quartel de Maruípe.

* Com colaboração de Rodrigo Maia, da TV Gazeta

Sargento Arnaldo, sem farda, pai de Daniel dos Santos Viana (Foto: Bernardo Coutinho / A Gazeta)

FONTE - GAZETA ONLINE





Parlamentares passam os vetos que travavam a pauta desta terça-feira, mas fica para esta quarta a votação em Plenário do projeto que muda a meta fiscal

Diante da pressa da presidente Dilma Rousseff para aprovar o projeto que autoriza o governo a descumprir a meta fiscal deste ano, e assim não economizar o que está previsto em lei, o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), chancelado por parlamentares aliados ao Palácio do Planalto, recorreu a diversas manobras nesta terça-feira para atropelar normas regimentais da Casa e conseguir viabilizar a votação da proposta enviada pelo Executivo. Após seis horas de análise da lista de vetos presidenciais, que trancavam a pauta e impediam a apreciação do texto palaciano, Calheiros agendou para o início da tarde desta quarta-feira a votação.

No entanto, a apreciação do projeto que altera a meta do superávit primário ainda depende do resultado da sessão desta noite. Embora 322 deputados e 43 senadores tenham votado, isso ocorreu por meio de cédulas de papel, que trazem, inclusive, as obstruções. Técnicos do Congresso vão analisar os votos e o parecer final deve ser divulgado somente durante a madrugada. Se menos de 257 deputados e de 41 senadores tiverem voto contabilizado em cada um dos 38 vetos pautados, a sessão será invalidada e os vetos voltarão a trancar a pauta, impedindo a votação do projeto que muda a meta fiscal.

Mesmo diante do imbróglio, Calheiros considerou a sessão finalizada e agendou a votação do projeto de Dilma para o meio dia desta quarta. Além de dar autonomia para o governo encerrar o ano sem atingir a meta de economia para pagar os juros da dívida, a presidente quer aprovar a proposta o quanto antes. Segundo assessores, disso depende o anúncio da nova equipe econômica do governo. A expectativa é que a nova composição econômica seja anunciada na quinta, contando com a aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

A LDO com as metas de execução orçamentária para 2014 estabelecia originalmente patamar de superávit primário de 116,07 bilhões de reais e permitia abatimento máximo de 67 bilhões de reais para obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e desonerações tributárias. Se aprovado, o novo projeto não prevê mais teto para abatimento, o que abre espaço para que a União não economize um centavo para pagar juros da dívida e até feche o ano em déficit.

Votação de vetos — Mesmo sob obstrução da oposição, o plenário do Congresso analisou a lista de 38 vetos presidenciais que trancavam a pauta de votações. Com assuntos distintos, parlamentares opositores ao Planalto pressionaram para votar os vetos um a um – mas a proposta foi recusada por Renan Calheiros, que determinou a votação dos itens por meio de uma cédula única de papel, em vez do painel eletrônico, cujo processo leva mais tempo, por ser individualizado.


Além disso, o presidente do Congresso inverteu o tradicional trâmite da Casa e abriu a votação dos vetos antes mesmo da discussão das matérias, que certamente seria longa devido à quantidade de vetos. “O Renan determinou o início da votação sem uma discussão prévia, o que é elementar tanto na Câmara quanto no Senado. Como vamos votar sem saber o que está sendo discutido? É o rolo compressor do governo passando por cima do regimento e da Constituição Federal para aprovar a LDO a qualquer custo”, disse o líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE).

Também motivou protesto da oposição o início da votação no momento em que apenas 38 senadores estavam em plenário, quando o quórum mínimo é de 41. No entanto, o presidente do Congresso alegou que 44 senadores haviam marcado presença na sessão do Senado, o que atingiria o mínimo necessário. “O Renan atropelou tudo para atender o desespero da presidente Dilma”, disse o líder do PSDB, deputado Antônio Imbassahy (BA).


VEJA






Organizadores promovem fiscalização de preços e selos de qualidade aos participantes; consumidores, contudo, devem se manter atentos às armadilhas

O comércio on-line se arma para a próxima sexta-feira, dia em que o país terá sua quarta edição da Black Friday. Inspirado na data em que o comércio americano desova estoques para a época do Natal, promovendo megadescontos, o evento existe no Brasil em versão e-commerce desde 2011. De lá pra cá, muitos consumidores fizeram bons negócios. Outros ganharam dores de cabeça e garantiram idas ao Procon. Entre os principais problemas estão a maquiagem de preço, os servidores sobrecarregados e a falta de estoque. Tantas adversidades renderam ao evento um nome 'paralelo': Black Fraude. Para tentar reverter o quadro, os organizadores promovem, desde o ano passado, medidas para se precaver da má-fé de lojistas e dos problemas tecnológicos.

O empresário Pedro Eugênio, do site Busca Descontos, que trouxe o evento ao Brasil, garante que as lojas aprenderam com os erros e se deram conta de que não compensa sair com a imagem arranhada devido à propaganda enganosa. Por isso, intensificou o trabalho de adesão ao selo Black Friday Legal — que garante, de certa forma, a idoneidade das empresas. Eugênio também disponibilizou desde o ano passado, no site ReclameAqui, um canal direto para queixas sobre as ofertas do evento. Há ainda um acompanhamento em tempo real dos preços dos produtos feito pelo Instituto Sieve. O intuito é combater a maquiagem de preço, que atingiu um índice de 21% no ano passado. “Além de ter muita gente que espera a Black Friday para comprar produtos de maior valor agregado, neste ano, muitas pessoas querem usar a data para antecipar os presentes de Natal. Além disso, o 13º salário de grande parte dos brasileiros cairá na conta no dia exato da Black Friday, o que aumenta o potencial de consumo”, explica o organizador.

Entre 2012 e 2013, o número de transações saltou mais de 400%, para 1,95 milhão, durante o dia e ao longo do fim de semana. Já as reclamações aumentaram 6,2%, segundo o ReclameAqui. “A Black Friday traz mais vendas e, consequentemente, maior número de problemas. A frase de ordem para o período é estar preparado para resolver todos eles. No caso do consumidor, é preciso se manter atento e comparar preços”, explica Maurício Vargas, presidente do ReclameAqui.

Segundo dados do Google, entre os meses de outubro e novembro, o interesse de consumidores pela Black Friday aumentou 200% em relação ao mesmo período do ano passado. A gerente de vendas para varejo do Google Brasil, Lidiane Tahan, afirma que entre as principais buscas estão eletrônicos, eletrodomésticos, vestuário e móveis. “Para as empresas é importante investir na Black Friday porque, se o consumidor tiver uma boa experiência no site, ele volta para fazer compras no Natal. É uma ferramenta estratégica para que a empresa consiga captar novos clientes”, afirma. O Google representa 30% da origem dos acessos de todos os sites de varejo credenciados para a Black Friday.

Outro fator determinante para estimular as empresas a não errarem em 2014 é o próprio cenário econômico. As vendas no comércio subiram apenas 2,6% até setembro deste ano, o pior resultado em quase uma década. Já a inflação abocanha uma fatia cada vez maior da renda da população. O IPCA de outubro marcou 6,59%, acima do teto da meta do Banco Central. Não bastasse isso, a demanda por crédito tem recuado e as famílias apertam os cintos para evitar o endividamento. Traduzindo na linguagem do comércio, esses indicadores sinalizam que a população está comprando menos e que os varejistas estão com estoques elevados. Sendo assim, a Black Friday será a última chance antes do Natal de reverter o quadro de desaceleração. A expectativa é de que as vendas superem 1,2 bilhão de reais — uma alta de 56% em relação ao ano passado. Apesar de inferior ao crescimento do ano passado (que chegou a 217%), a previsão é otimista quando se leva em conta a conjuntura ruim. A saber se vai se concretizar.

VEJA










O acidente aconteceu entre uma motocicleta e um carro de passeio pela manhã desta terça feira, na saída do bairro Lagoa Dantas, próximo a chegada de Lagoa do siri.

Segundo informações, as duas amigas Nathália e Cintia estavam saindo de casa quando foram atingidas pelo carro que passava pela rodovia no sentido Lagoa do Siri.

As vítimas foram levadas para o hospital da região, porém com o impacto da batida provavelmente Cintia terá que amputar o pé.


Maratimba News












LINHARES - O adolescente Lucas Vinícius do Rosário Batista, de 16 anos, foi assassinado na noite de ontem (24) por volta das 20 horas em frente a sua própria residência que fica na Rua Ricardo Guilhermino de Almeida, no bairro Aviso, em Linhares. Lucas era estudante da Escola Estadual Nossa Senhora da Conceição.

De acordo com moradores foram ouvidos cerca de oito tiros que foram disparados por outro jovem que deixou a bicicleta numa rua próxima e seguiu a pé até a frente da casa do jovem. Ao efetuar os disparos ele seguiu tranquilamente e fugiu na mesma bicicleta sem deixar pistas. A perícia concluiu que Vinícius foi atingido por três disparos: cabeça, perna direita e costas.

O corpo do estudante foi levado para o Serviço Médico Legal, no centro, para os procedimentos legais e posterior liberação dos familiares para velório e sepultamento.











O presidente da Comissão de Segurança da Assembleia Legislativa, deputado Gilsinho Lopes (PR), quer explicações do comandante geral da Polícia Militar, coronel Edmilson dos Santos, sobre a constante ausência do policial em sessões da comissão.

O coronel não compareceu a uma reunião, nesta segunda-feira (24), que discutiu denúncias de maus-tratos a detentos e gestão administrativa dos presídios do Espírito Santo, para a qual havia sido convocado. Na ocasião, o comandante da PM prestaria esclarecimentos sobre a denúncia de que teria participado, fardado, da propaganda eleitoral do então candidato a senador, Neucimar Fraga (PV).

O comandante da PM enviou, por meio de ofício, um atestado médico à comissão, justificando sua ausência na sessão por problemas de saúde. No entanto, Gilsinho Lopes alega que Edmilson dos Santos nunca atendeu a um convite sequer feito pela comissão. Por conta disso, solicitou ao deputado Euclério Sampaio, que é membro efetivo da Comissão de Segurança, que verifique, junto à Procuradoria da Assembleia, a possibilidade de o coronel sofrer algum tipo de sanção.

A assessoria de comunicação da Polícia Militar foi procurada pela reportagem, mas preferiu não se pronunciar sobre o assunto.

Reunião

Para a sessão da Comissão de Segurança desta segunda, os deputados também convocaram a diretora do Centro Prisional Feminino de Colatina, Kátima Sangalli Aurich, o diretor da Penitenciária Semiaberta Masculina de Colatina, Dantas Campostrini Vieira, e o diretor do Presídio de Segurança Máxima de Viana I, Leandro Marques Vianello, para prestar esclarecimentos acerca de denúncias recebidas pelo colegiado. De acordo com as denúncias, estaria ocorrendo tortura e maus-tratos na unidade de Viana. Nas unidades de Colatina, as convocações se referem à gestão administrativa.

O deputado Da Vitória (PDT), explicou o conteúdo da denúncia em relação ao Centro Prisional Feminino de Colatina: "A denúncia que recebemos se refere à interna Micheli Gomes Ferreira, que foi coagida a assinar um pedido de transferência para outra unidade. Ainda, segundo a interna, ele teve seus bens materiais retirados e não devolvidos".

Segundo a diretora do Centro Prisional Feminino de Colatina, Kátima Sangalli Aurich, a solicitação de transferência foi feita pela própria detenta. "Por ser esposa de um agente penitenciário, a interna nos informou que estava sendo ameaçada por outras internas. A transferência foi requerida pela própria Micheli junto ao promotor de justiça e à advogada. Eu informei à secretaria e aos órgãos de inteligência, e a decisão de transferência foi feita em conjunto baseada na segurança e na integridade física e mental da interna", explicou.

Em relação aos pertences da detenta, Kátima informou que as internas não têm acesso a nenhum pertence particular, "elas chegam apenas com a roupa do corpo e todos os produtos necessários são fornecido pelo Estado".

Já o diretor da Penitenciária Semiaberta Masculina de Colatina, Dantas Campostrini Vieira, foi questionado sobre o tratamento administrativo prestado aos agentes e servidores da unidade. Ele informou que não existe denúncia contra sua administração.

"Nossa administração atua com total transparência e respeito às normas e aos direitos humanos. Estamos inclusive concorrendo ao Prêmio Humaniza Ciclo 2014, da Secretaria de Estado da Justiça", ressaltou.

O presidente da Comissão de Segurança, deputado Gilsinho Lopes, questionou o diretor do Presídio de Segurança Máxima de Viana I, Leandro Marques Vianello, quanto à denúncia recebida pelo colegiado, envolvendo maus-tratos contra o detento, Rafael Kasumi Mori.

A mãe do detento, Lucenir Viana da Silva Nori, esteve presente na reunião do colegiado e denunciou a prática dos maus-tratos. "Meu filho disse que apanhou de Vianello. E na gestão passada do antigo diretor, também apanhou e chegou até a ter a costela quebrada. Após eu indagar o Vianello sobre os maus-tratos, meu filho foi transferido para o Presídio de Segurança Máxima de Viana II contra nossa vontade", denunciou.

O diretor Vianello afirmou que não ocorrem práticas de torturas ou maus-tratos na unidade. Ele disse que em nenhum momento recebeu denúncia formal, e que o pedido de transferência do detento foi feito por seus superiores.

"Devo ressaltar que o ato de tortura que a senhora Lucenir relata teria acontecido durante uma revista, que foi filmada e ocorreu dentro da legalidade", justificou.

O Secretário de Estado de Justiça, Eugênio Coutinho Ricas, esteve presente à reunião e falou sobre o funcionamento do sistema prisional no Estado. "Em 2013 tivemos 305 denúncias de maus-tratos nas nossas unidades prisionais e fizemos uma força tarefa para investiga-las. Cada denúncia foi apurada pelo Ministério Público, e apenas uma foi efetivada. Não admitimos, de forma alguma, violação aos direitos humanos", afirmou

O secretário citou ainda medidas adotadas para melhorar o sistema prisional. "Nós instituímos indicadores de eficiência para avaliar o funcionamento do nosso sistema, de modo a cobrar mais eficiência dos diretores das unidades prisionais. São indicadores como ocorrências, e também atendimento médico, psicológico e jurídico aos presos. Outra ação que também colocamos em prática, foi permitir a entrada da sociedade civil organizada nas unidades para garantir a transparência do sistema prisional", explicou.

FOLHA VITÓRIA











Segundo pai da vítima, que também é policial, Daniel era muito presente na família e desde criança sonhava em ser militar

Morreu na madrugada desta terça-feira (25), o policial militar Daniel Santos Viana, 20 anos, que foi baleado durante uma tentativa de assalto na noite de segunda-feira (24).

O militar voltava para casa quando levou um tiro no abdômen. Daniel passou por uma cirurgia, mas não resistiu e morreu no Hospital Jayme Santos Neves.

O assalto

Daniel era filho de um sargento da Polícia Militar. O soldado saía do 6° Batalhão da Polícia Militar, em Carapina, quando foi rendido por bandidos. A farda, a arma e os pertences do jovem estavam dentro de uma mochila.

Segundo a polícia, ao ser abordado pelo criminoso, Daniel reagiu e se apresentou como policial. A vítima foi atingida por único disparo, mas de acordo com o pai, Daniel teria perdido muito sangue.

Um taxista que trabalha próximo ao local onde o crime aconteceu, contou a polícia que ouviu quatro disparos e, em seguida, viu um homem correndo em direção ao bairro Carapina Grande, mesmo município.

De acordo com o tenente-coronel Barreto, comandante do soldado Daniel, a impunidade revolta a categoria e a população. “Estamos vivendo no Brasil uma situação insuportável. A impunidade é muito grande. A Serra, por exemplo, é o município mais violento do Estado. Além disso, é município que mais se apreende armas e pessoas. A sociedade não suporta mais essas pessoas perigosas serem presas, e logo depois soltas. A violência não se resolve só com a polícia na rua. A polícia apreende, prende, mas sozinha não vai conseguir resolver nada. É muito difícil uma situação assim. Saber que um colega foi morto logo após deixar o serviço. Nos perguntamos até quando essa situação vai acontecer. É preciso rever o sistema brasileiro. Não falo como comandante, mas como cidadão brasileiro. Estou indignado.

Início

O soldado Daniel Santo Viana se formou na Polícia Militar há três meses. Ele fazia parte do Batalhão de Vitória e há um mês estava lotado na 5° Companhia do Batalhão da Serra. Segundo pai da vítima, Daniel era muito presente na família e  desde criança sonhava em ser policial.

Com informações da Folha Vitória












Depois de receber uma denúncia, a Polícia Militar de Guaçuí apreendeu um menor que estava com um revólver próximo a uma escola. O fato aconteceu no bairro São Miguel, próximo à escola CAIC, onde os policiais militares abordaram cinco menores, Um deles, de 15 anos, estava com um revólver calibre 32 e seis munições “jaquetadas de aço”.Segundo a PM, essa munição faz com que as balas tenham alto poder de perfuração nas vítimas.

Segundo os policiais militares, os menores tentaram fugir e chegaram a jogar a arma dentro de um bueiro, mas foram detidos. Todos foram encaminhados para a Delegacia de Guaçuí. Os menores são do bairro São Miguel e do bairro João Ferraz de Araújo. “Eles contaram que estavam com a arma para se defender, porque estão sofrendo ameaças de outros menores, rivais do bairro Roberto Mendes”.

Na delegacia, o menor de 15 anos assumiu estar com arma,“pois precisava se defender”. Os policiais afirmaram que os menores têm envolvimento com tráfico e que no passado foram encontradas fotos deles fazendo o uso de maconha e cocaína, em celulares apreendidos. A delegada Edilma de Oliveira fez um procedimento encaminhando a ocorrência para o Ministério Público que deve definir o destino dos jovens.










VEJA O VÍDEO:











A nova apresentadora do “Jornal Nacional”, Renata Vasconcellos, ganha um baita salário da Rede Globo. A jornalista que ficou no lugar de Patrícia Poeta, recebe R$ 200 mil para apresentar o telejornal ao lado de William Bonner.

Mas a função dela não é apenas ancorar o “JN”, ela também é editora-executiva, já Bonner ganha bem mais por ser editor-chefe.

Renata está comandando o “Jornal Nacional” desde o dia  3 de novembro, e teve a aprovação da maioria dos telespectadores.









O disparo acidental de uma das armas da vítima, de fabricação caseira, acertou a região genital

Um lavrador de Cachoeira Alta, zona rural de Alegre, no Sul do Estado, ficou ferido gravemente após manusear uma das armas em casa. O disparo acidental de uma das armas, de fabricação caseira, acertou a região genital e atingiu os testículos. Na residência, outras armas e munições foram encontradas pela polícia.

De acordo com a Polícia Militar, o caso aconteceu no início da madrugada deste domingo (23). Os militares foram acionados pela equipe médica do pronto socorro do município onde o lavrador, de 50 anos, foi socorrido por populares. Na casa do lavrador, outras quatro armas, diversos tipos de munições, coldres, além de pólvora, foram encontrados.

A bala ficou alojada no fêmur. O lavrador foi encaminhado para cirurgia no Hospital Estadual São Lucas, onde permanece internado. Como não possui registro, ele deve responder por porte ilegal e fabricação de arma de fogo.

Fonte: A Gazeta









João Pereira Cardoso Neto, de 15 anos, chegou a ser socorrido por amigos até o hospital do município, mas não resistiu


Um adolescente morreu na tarde deste sábado (22) após se afogar em uma cachoeira em São José do Calçado, no Sul do Estado. João Pereira Cardoso Neto, de 15 anos, chegou a ser socorrido por amigos até o hospital do município, mas não resistiu.

Segundo a Polícia Militar, o adolescente tomava banho na cachoeira, localizada na Fazenda Boa Vista, zona rural do município. Ainda de acordo com os militares, apesar de ser uma propriedade particular, o local fica aberto ao público.

Sonho realizado

Nas redes sociais, a mãe do jovem recebeu diversas homenagens de amigos e familiares da vítima. Em uma postagem com um clipe da música ‘A Igreja Vem’, do cantor cachoeirense Anderson Freire, ela conta que o adolescente pediu um CD do artista no aniversário por conta da música.

“Não tenho como dizer o que estou sentindo. Este é o louvor que meu eterno bebê mais gostava. O sonho era conhecer Anderson e pedir para autografar. Esse sonho foi realizado. Te amo meu filho”.

Fonte: A Gazeta